Por que a sustentabilidade se tornou prioridade no setor?

A construção civil é um dos segmentos com maior impacto ambiental. Além do elevado consumo de energia elétrica, envolve extração intensiva de matérias-primas — areia, brita, ferro, cimento — e gera volumes expressivos de resíduos sólidos em todas as fases da obra.

Dados do setor indicam que cada colaborador em canteiro gera em média 51,74 gramas de resíduos por dia. Em uma obra com mais de 170 trabalhadores, isso representa cerca de 9 kg de resíduos diários — apenas na mão de obra direta. Multiplique esse número por milhares de obras simultâneas no país e o desafio ambiental ganha escala real.

Ao mesmo tempo, a demanda dos clientes finais mudou: incorporadoras e construtoras que adotam práticas sustentáveis conquistam vantagem competitiva, acesso a incentivos fiscais e crescente preferência de compradores conscientes.

35% menos concreto com laje BubbleDeck
5–20% desconto de IPTU Verde em cidades brasileiras
30% menos peso estrutural na laje bidirecional

As principais práticas sustentáveis na construção civil

1. Green Buildings e materiais ecoeficientes

Os chamados edifícios verdes aplicam sustentabilidade em toda a concepção, construção, operação e eventual demolição. O uso de materiais com menor impacto ambiental — como tijolos ecológicos, vidros de alto desempenho térmico e sistemas construtivos inovadores — está no centro dessa abordagem.

A escolha do sistema estrutural impacta diretamente a pegada ambiental de um edifício. Sistemas que reduzem o consumo de concreto, aço e fôrmas representam ganhos ambientais desde a fundação até a cobertura.

2. Gestão eficiente de resíduos

O gerenciamento adequado de resíduos passa pela separação, destinação correta para triagem e reciclagem, e pela redução na geração. Programas de gestão ambiental em grandes projetos são hoje exigência em diversas licitações públicas e certificações privadas.

Tecnologias construtivas que geram menos desperdício de material no canteiro — pela precisão de execução e menor número de etapas — contribuem diretamente para esse objetivo.

3. Certificações: LEED e NBR 15575

A certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) avalia projetos em sete dimensões: implantação sustentável, eficiência hídrica, energia e atmosfera, materiais e recursos, conforto ambiental, inovação em projeto e crédito regional.

No âmbito normativo nacional, a NBR 15575 — norma de desempenho para edificações habitacionais — incorpora critérios de sustentabilidade como agressividade ambiental, controle de resíduos e uso racional de recursos. Atender a essas exigências deixou de ser opcional.

4. Incentivos fiscais: o IPTU Verde

Diversas cidades brasileiras já oferecem descontos no IPTU de 5% a 20% para edificações com sistemas ecoeficientes: captação e reuso de água da chuva, painéis solares, reaproveitamento de resíduos e materiais de baixo impacto ambiental. Em 2018, o Senado aprovando o PL 252/2014, criou incentivos econômicos adicionais para construções com redução de consumo hídrico e eficiência energética.

5. Eficiência energética desde o projeto

A sustentabilidade começa no projeto: orientação solar, ventilação cruzada, uso de materiais com menor condutividade térmica e sistemas passivos de climatização reduzem o consumo de energia ao longo de toda a vida útil do edifício — que pode ultrapassar 50 anos.

"Uma construção consciente e sustentável, além de evitar prejuízos ambientais, pode diminuir o custo final do projeto e até o seu tempo de conclusão." — Feicon

Como a tecnologia BubbleDeck responde a este desafio

O sistema BubbleDeck não é apenas uma solução estrutural — é uma resposta direta às demandas de sustentabilidade que o setor enfrenta. Sua concepção, baseada na substituição do concreto inativo no interior da laje por esferas plásticas recicladas de polipropileno, gera impactos ambientais mensuráveis em cada obra.

Redução de até 35% no consumo de concreto

A laje BubbleDeck elimina o concreto que não contribui para a resistência estrutural — aquele localizado na zona neutra da seção. O resultado é uma redução de até 35% no volume de concreto utilizado por m² de laje, sem perda de desempenho estrutural. Menos concreto significa menor consumo de cimento, areia e brita, e consequentemente menos CO₂ emitido na produção e transporte desses materiais.

Estrutura mais leve, fundações menores

Com lajes até 30% mais leves que as convencionais, o sistema BubbleDeck reduz as cargas transmitidas para pilares e fundações. Isso possibilita fundações mais compactas — com menos concreto e aço — e, em terrenos com boa capacidade portante, pode eliminar a necessidade de estacas profundas. O impacto ambiental de uma fundação representa parcela significativa da pegada total de uma obra.

Esferas de polipropileno reciclado

As esferas que substituem o concreto inativo são produzidas com polipropileno reciclado — material proveniente do reaproveitamento de resíduos plásticos. Cada m² de laje BubbleDeck incorpora material reciclado, contribuindo para a redução do descarte inadequado de plástico e para a economia circular na construção civil.

Menos fôrmas, menos desperdício no canteiro

O sistema construtivo BubbleDeck é compatível com lajes em grandes vãos sem necessidade de vigas, reduzindo o número de peças e o volume de fôrmas utilizadas. Menos fôrmas significam menos resíduos de madeira ou metal e menor geração de entulho no canteiro.

Compatibilidade com certificações LEED

Os ganhos quantificáveis do sistema BubbleDeck — redução de materiais, uso de conteúdo reciclado e menor pegada de carbono — são elementos computáveis em várias categorias da certificação LEED, especialmente em Materiais e Recursos e Energia e Atmosfera. Projetos que adotam o sistema têm base técnica para buscar pontuação adicional nessas categorias.

Seu projeto pode ser mais sustentável

Solicite um estudo técnico comparativo entre a laje convencional e o sistema BubbleDeck para a sua obra. Apresentamos o ganho ambiental e financeiro com dados reais.

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Sustentabilidade como vantagem competitiva

Para incorporadoras e construtoras, a sustentabilidade deixou de ser custo e passou a ser argumento de vendas. Compradores de imóveis — especialmente nas faixas de renda mais altas — valorizam cada vez mais a eficiência energética, a qualidade ambiental e o conforto térmico e acústico das edificações.

Projetos certificados LEED ou que adotam tecnologias construtivas com menor impacto ambiental podem acessar linhas de crédito mais favoráveis, reduzir custos operacionais e ampliar o apelo de marketing junto ao público final.

O sistema BubbleDeck, ao combinar desempenho estrutural superior com redução mensurável de materiais e resíduos, posiciona o empreendimento no mercado como uma escolha tecnologicamente avançada e ambientalmente responsável — sem comprometer prazos ou custos de execução.

Conclusão

A sustentabilidade na construção civil não é tendência passageira — é uma transformação estrutural do setor impulsionada por legislação, demanda de mercado e consciência ambiental crescente. Tecnologias que combinam inovação estrutural com redução de impacto ambiental, como o sistema BubbleDeck, estão na linha de frente dessa mudança.

A pergunta para construtores, projetistas e incorporadoras não é mais se adotar práticas sustentáveis, mas como — e com quais tecnologias. O sistema BubbleDeck oferece uma resposta concreta, com dados técnicos verificáveis e décadas de aplicação comprovada em obras de referência no Brasil e no mundo.

Fonte de referência: Sustentabilidade na Construção Civil — Feicon